Presidente egípcio sobre decreto de parar o Protesto

CAIRO - Milhares de pessoas foram para as ruas de Cairo, capital do Egito, na tarde de terça-feira para um dia de protesto contra a tentativa do presidente Mohamed Morsi de afirmar a nova duração da transição política do país, rejeitando seus esforços apenas na noite anterior ao reafirmar a ação da lei egípcia nos tribunais.
Na tarde de terça-feira no Cairo, milhares reuniram em frente à sede de uma associação de advogados, e mais milhares tinha montado pequenas tendas na Praça Tahrir. Em um eco dos cânticos contra Hosni Mubarak, presidente deposto egípcio, há quase dois anos, eles gritaram: "Saia, saia!" E "derrubar o regime!" Eles também denunciou o líder espiritual da Irmandade Muçulmana, grupo islâmico aliado com o Sr. Morsi.

Os manifestantes reclamam do decreto anunciado por Mursi na última quinta-feira, determinando que suas decisões não são passíveis de recurso, o que, efetivamente, o coloca acima de qualquer supervisão judicial. Depois do anúncio das novas medidas, o presidente passou a ser acusado de assumir poderes ditatoriais. "A Irmandade Muçulmana roubou a revolução", afirma um cartaz, referindo-se ao partido de Mursi. Outro afirma que sua decisão "incentiva as pessoas à desobediência civil"

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