O Teatro Mágico nova geração da música popular brasileira, com sua criatividade dos arranjos e cores, atraindo vÁrias gerações com suas músicas envolvente .
Formado em 2003 na cidade de Osasco, São Paulo, criado por Fernando Anitelli. O TM é um projeto que reúne elementos do circo, do teatro, da poesia, da música, da literatura, da política e do cancioneiro popular tornando possível a junção de diferentes segmentos artísticos numa mesma apresentação.
Concebido em 2003 com o sugestivo nome “O Teatro Mágico: Entrada para Raros” (nome inspirado no best seller “O Lobo da Estepe” do autor alemão Hermann Hesse), o primeiro trabalho de Fernando Anitelli como artista solo prima pela mistura de ritmos e estilos. Depois de algumas apresentações, “O Teatro Mágico” deixa de ser “apenas” o nome do CD e passa a denominar a companhia artística criada por Anitelli que, junto de seus companheiros, escreve seu nome na história da música popular brasileira com o sucesso independente de gravadoras ou mídias de massa
- Sintaxe à vontade
- A Pedra Mais Alta
- Pratododia
- Acoando Notas
- Mais e Menos
- 22-11
- Separô
- Ana e o Mar
- Carinho de Mãe
- De Ontem em Diante
- Realejo
- O Anjo Mais Velho
- Sua Pressa e Sua Prece
- Camarada d’água
- Zaluzejo
- Uma Parte Que Não Tinha
- A Fé Solúvel
- O Tudo é Uma Coisa Só
- Amém
O Teatro Mágico: "Segundo Ato” é o mais recente álbum de Fernando Anitelli e sua trupe. As composições escolhidas colocam em debate o homem e a sociedade na qual vive. No primeiro CD (Entrada para Raros), a trupe estava imersa num universo paralelo, num lugar onde tudo era possível, falávamos de lutar pelos nossos ideais, pelos sonhos. No “Segundo Ato”, a gente dialoga sobre como realizar isso. É como se a trupe chegasse na cidade e se deparasse com as questões sociais e urbanas, como o cotidiano dos mendigos citados na música “Cidadão de Papelão” ou a problemática da mecanização do trabalho, questionada na canção “O Mérito e o Monstro”. Indo mais além, na música “Xanéu nº5″, há um debate sutil e, por vias opostas, mordaz, sobre o amontoado de informações que absorvemos, sem perceber, assistindo aos programas de TV da atualidade”, explica Anitelli.- Amadurecência
- O Mérito e o Monstro
- Cidadão de Papelão
- Pena
- Opus Erectus (Allegro ma nem tanto)
- Sina Nossa
- Si Atromiso
- Criado-Mudo
- Sonho de Uma Flauta
- (!)
- Eu Não Sou Chico Mas Quero Tentar
- #@s!@
- Alguma Coisa
- Abaçaiado
- Xanéu nº5
- Os Insetos Interiores
- A Primeira Semana
- F. Chopin (Opus 64 C#m)
O Teatro Mágico esteve em um primeiro momento mais lúdico. Depois adotou postura mais crítica, provocativa. E agora, mais maduro, mescla essas duas coisas. A Sociedade do Espetáculo são essas várias óticas. De fato há essa visão da massificação do espetáculo, mas também o de as pessoas exercerem a função social e a relação delas com a mídia. Tudo é midiático. E perdemos a noção de que fazemos parte dessa sociedade e somos capazes de reescrever esse texto atual, de maneira colaborativa. É isso que trazemos: essa coisa necessária de se julgar um verbo em comum.
- Proscênio
- Além, porém aqui
- Amanhã...Será?
- Quermesse
- Da Entrega
- Transição
- Eu não sei na verdade quem eu sou
- Nosso Pequeno Castelo
- O Novo Testamento
- Fiz uma Canção pra Ela
- Felicidade
- O que se Perde Enquanto os Olhos Piscam
- Tática e Estratégia
- Folia no Quarto (Part. Especial: Nô Stopa)
- Nas Margens de Mim (Part. Especial: Leoni)
- Você me bagunça
- Esse mundo não vale o mundo
- Canção da Terra
- Até quando
Nenhum comentário:
Postar um comentário